O SESC Santo Amaro recebeu o Festival de Xadrez - Simultânea e Torneio - nos dias 4 e 5 de junho. Participação especial do MI Antonio Carlos de Resende. A EMEF JOÃO RAMOS se fez presente no dia 05 de junho para o torneio de xadrez e se destacou na categoria sub 16 absoluto, ficando em 5º lugar o aluno Emerson do 9ºB.
terça-feira, 12 de julho de 2016
TORNEIO DE XADREZ DA ZONA LESTE
No dia 16 de abril, os alunos da EMEF JOÃO RAMOS, esteve presente em mais um torneio de xadrez da Liga Leste, que foi realizado na EMEF Pedro Teixeira, localizado na rua Dom Francisco de Campos Barreto, nº 51. Vila Jacuí.
APRESENTAÇÃO DO PROJETO AES ELETROPAULO NAS ESCOLAS EMEF JOÃO RAMOS
Um projeto elaborado pela AES Eletropaulo para diminuir o consumo de luz. O Projeto promove ações educativas com o objetivo de formar professores e de orientar os alunos, incentivando mudanças nos hábitos de consumo e a manutenção do seu uso racional.
Com o objetivo de mostrar a todos, que o uso seguro de energia elétrica é também responsabilidade de cada um. Os alunos do 6º e 7º ano da escola EMEF JOÃO RAMOS produziram um video microaudiovisual sobre o assunto para difundi-los na comunidade escolar e entre os familiares. A ideia é compartilhar o conhecimento e engajar o maior número de estudantes possível, e assim, cumprir o desafio e também colaborar com a difusão dessa iniciativa.
quinta-feira, 12 de maio de 2016
AES Eletropaulo Nas Escolas.
Um projeto elaborado pela AES Eletropaulo para diminuir o
consumo de luz. O Projeto promove ações educativas com o objetivo de formar
professores e de orientar os alunos, incentivando mudanças nos hábitos de
consumo e a manutenção do seu uso racional.
Por meio de atividades educativas teóricas, práticas e
interativas, desenvolvidas pensando na qualidade de vida das pessoas, proteção
do meio ambiente e sensibilização da população, a AES Eletropaulo promove a
conscientização dos consumidores atuais e, principalmente, a orientação e
formação dos futuros cidadãos.
Para renovar as energias do AES nas Escolas, diversificando
e ampliando as estratégias de participação e mobilização.
Um grupo de alunos do 9º ano fizeram uma caça ao
desperdício pela escola, procuram lâmpadas queimadas, tomadas que funcionam e
que não funcionam, quanto tempo os aparelhos eletrônicos na escola funcionam,
agora vejam um pouquinho de como é o projeto:
Alunos preenchem caderno de informações sobre a escola
Levantamento das informações obtidas no preenchimento do caderno.
quarta-feira, 13 de abril de 2016
Trabalho em
construção. Esse ano, para a Semana da Leitura, nossos poemas ganharão clima de outono com a presença de
Rubem Alves, com seu amor ao Ipê amarelo que liberta nossos passarinhos
cantando Emicida e Vanessa da Mata pois aqui encorajamos o voo. Gratidão aos professores Daniela Aparecida,Denise Rizzi, Shirlei Barth, Luiz Pereira, com as cantorias, e Arlene Viana pela força hoje.
domingo, 10 de abril de 2016
João Ramos é exemplo de gestão democrática públicado no site da NET Educação
No
dia 07 de abril de 2016 foi publicado, no site NET Educação, que a EMEF
João Ramos foi reconhecida como um exemplo de escola democrática no município de São Paulo. Leia a
reportagem na integra abaixo:
07/04/2016 | Fonte: Leonardo Valle
Exemplo de gestão democrática, escola municipal de SP realiza assembleias com alunos
Pautas são debatidas na EMEF João Ramos Pernambuco Abolicionista como a fiscalização da merenda
Alunos da EMEF João Ramos Pernambuco se reúnem em roda
para discutirem melhorias na escola (Crédito: divulgação)
Meta 19 do Plano Nacional da Educação
(PNE), a gestão democrática é um desafio para professores, coordenadores
e gestores da rede pública. Um dos seus objetivos é fortalecer grêmios estudantis
e associações de pais, proporcionando as condições adequadas para o seu
funcionamento nas escolas. “A participação popular na escola tem como
objetivo principal a apropriação da cultura pelo educando. Ou seja, a
apropriação de conhecimentos, valores, ética, direito à fala, entre
outros”, destacou o professor da Universidade de São Paulo (SP), Vitor
Paro.
Foi pensando justamente em preparar os
alunos para a vivência democrática que a EMEF João Ramos Pernambuco
Abolicionista, de São Paulo (SP), promove desde 2013 assembleias com
seus alunos para discutir problemas que tangenciam a escola. As pautas
vão de casos de bullying
passando pela reivindicação de um sinal musical. Os alunos sugeriram
trocar o sinal tradicional, que semelhante ao som de um apito lembrava
ao ambiente de um presídio, por um trecho de musica.
Também, passaram a acompanhar quais
são os alimentos destinados à merenda escolar, publicados no Diário
Oficial, para observar se estão sendo realmente usados na alimentação
ofertada. “As assembléias possibilitam ao aluno saber se colocar, ouvir
e, principalmente, perceber-se como agente de mudanças”, assinala a
diretora Sônia Regina Parron.
Arena de debates
As assembleias na EMEF João Ramos são
bimestrais e acontecem em todas as salas de aula do 1º ao 9º ano. Além
dos alunos, elas contam com a participação de dois professores, que
mediam as discussões e fazem as atas. Na sequência, uma nova assembleia –
agora com professores e direção – é realizada para separar todas as
pautas da escola que exigem um retorno aos alunos. Nesse momento, os
professores são convidados a se envolverem em projetos que abrangem as
suas áreas.
“Por exemplo, foram solicitadas
brincadeiras dirigidas para os alunos menores nos recreios, visando
diminuir acidentes. Os próprios alunos do 9º. ano decidiram se
candidatar ao cargo de monitores das brincadeiras, sob a supervisão da
professora de educação física”, conta Parron. “Já uma campanha para
melhorar a conservação dos banheiros foi feita em conjunto com a
professora de artes”, exemplifica.
Após as atas serem discutidas, é
realizada uma terceira assembleia com os representantes de todas as
turmas para a devolutiva. “Em caso de uma resposta negativa, é
importante dar um retorno bem fundamentado aos alunos, citando a
legislação por exemplo”, afirma Sônia.
Além de ajudar na formação de
cidadãos, as assembleias tiveram como ganho a melhora do convívio
escolar. “Aumentou o sentimento de pertencimento dos alunos à escola
quando eles perceberam que suas reivindicações eram debatidas e
atendidas”, finaliza a diretora.
sexta-feira, 4 de março de 2016
INCLUSÃO: UM TEMA PARA SE DISCUTIR
No finalzinho de fevereiro, nossas
professoras da SAAI – Tatiane e Ana Paula -, de Educação Física – Priscila – e
nossas mães, participaram de um evento que colocou o tema inclusão e
deficiência em discussão.
No
dia 27 de fevereiro de 2016 ocorreu, no espaço da Paróquia ao lado da CEI Dom
Guanella no município de São Paulo, um evento organizado pelo supervisor Marcos
Ganzeli. Este evento, destinado às mães de crianças com deficiência, serviu
para informar sobre o direito que os filhos delas têm de uma educação de
qualidade dentro da escola regular. A finalidade era que mães e professores
conseguissem entender que estas crianças podem se desenvolver e muito por meio
do contato com outras crianças dentro da escola regular.
Lá
foi possível ouvir uma banda de garotos e garotas que tinham deficiência
auditiva e que tocaram várias músicas. Fiquei curioso e perguntei para a
professora que explicou que os meninos e meninas sentiam as vibrações do som e
mesmo com deficiência auditiva eles e elas conseguiam tocar. Logo, percebi que
não precisa escutar para sentir a música e que tudo é possível.
Ilustração 1: Banda Música do
Silêncio
A
Camila coordenadora do CEFAI, explicou o que é o CEFAI e para que serve.
Resumindo: serve para ajudar mães e professores a lidarem e envolverem-se da
melhor forma com as pessoas com deficiência. “Lá as professoras recebem
formação para nos atender da melhor forma possível e desenvolver nossas
habilidades” como falou a Letícia, que está me ajudando a escrever este artigo.
Camila,
também, falou sobre o que as professoras de SAAI devem fazer e que elas
trabalham bastante para entender o que temos e preparar nossas aulas. Elas
conversam até com nossos médicos, acreditam nisso? Ah! Elas, também, atendem
alunos de outras escolas, como é o caso da Letícia, que estuda na EMEF
Esmeralda.
Ilustração 2: Coordenadora do CEFAI
Camila
Depois,
“um moço cadeirante pediu a palavra, ele tinha um cargo importante e era muito
engraçado” - fala da Letícia. Este moço falou sobre a luta de nossas mães para
que desde pequeninos conseguíssemos viver o melhor possível em sociedade.
Ilustração 3: Letícia prestando
atenção na palestra
Depois,
o nosso supervisor Marcos falou sobre as leis que ao longo dos anos foram
feitas no Brasil para garantir os direitos de pessoas como nós e é claro para
ajudar nossas mães a terem condições legais de nos criar, sem precisar nos
deixar em casa, leis que garantem que tenhamos o contato e a vivência em
sociedade, muito necessária para nosso desenvolvimento como cidadãos.
Ilustração 4: Supervisor, Marcos,
falando sobre os direitos da pessoa com deficiência e as leis brasileiras para
inclusão do aluno com deficiência
E,
por fim, um psicanalista falou diretamente com nossas mães, sobre como é para
elas lidar com o fato de ter gerado uma pessoa com deficiência, sobre o luto
que elas passaram e que, depois disso, elas ergueram a cabeça e lutaram e lutam
todos os dias para que possamos viver da forma mais justa e plena possível.
A
professora disse que o psicanalista falou também que existe um mito, o mito de
que os adolescentes com deficiência intelectual sejam muito sexualizados. Na
verdade, como eles são tratados sempre com muito cuidado, precaução e, muitas
vezes, como criança, seus hormônios de adolescentes crescem, mas eles não. Ou
seja, eles, como todo adolescente sentem desejos e necessidades, mas como são
“crianças em suas mentes” fazem certas coisas sem malícia, sem achar que estão
errados. Confesso que não entendi bem esta parte, mas a professora falou que um
adulto vai entender.
Entre
as mães presentes estava a mãe da Vitória Lígia que escreveu relatando como foi
a evento. Abaixo está na integra seu relato:
“Quero agradecer a vocês que me
proporcionaram uma tarde de sábado inesquecível. O Evento do direto à pessoa
com deficiência foi demais. As informações passadas pela professora do CEFAI e
o grupo SAAI foi de grande relevância na vida das mães que lutam por uma
qualidade de vida melhor pelos filhos. Muita emoção, histórias de superação,
esperança diante de testemunhos reais de pais e mães com seus filhos. A fase do
luto a luta ressaltada pelo professor Dorea mostrando um caminho em um
raciocínio lógico do nosso comportamento como pais de Crianças Especiais.
Maravilhoso! Riquíssima experiência, como mãe e como professora. O show da
Banda do Silêncio composta por jovens com suas limitações, uma verdadeira lição
de superação. Simplesmente emocionante! E as três professoras, representantes
da escola João Ramos, que acolheram minha filha com muita generosidade e apoio,
a todas vocês não tenho palavras para agradecer”
Ilustração 5: Maria, mãe da Vitória
Lìgia
E
eu - Davi da EMEF João Ramos -, e a Letícia resolvemos, a pedido da professora
Tati (tivemos uma ajudinha dela nesse texto), escrever tudo o que aconteceu.
Espero que tenhamos conseguido mostrar para todos e todas que um evento como
este deve ser divulgado e desejamos que mais eventos aconteçam e que mais e
mais pais apareçam. E, acima de tudo, parabenizamos o Supervisor Marcos
Ganzeli, por abrir esta oportunidade.
Abraços
Davi e Letícia
Alunos da SAAI EMEF João Ramos.
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